Do Aeroporto de Genebra para a montanha, porta a porta.
Genebra é a forma mais rápida de chegar aos Alpes ocidentais, e o transfer é a parte que quase toda a gente subestima. Recebemo-lo nas chegadas, carregamos os sacos de esqui como deve ser e levamo-lo à porta do chalé.
Um aeroporto suíço com saída francesa
O Aeroporto de Genebra é invulgar: fica sobre a fronteira e tem um setor suíço e um setor francês. O lado por onde sai faz diferença. A maioria das chegadas usa o setor suíço, mas alguns voos — e algumas operações de aluguer de automóveis e de autocarros — passam pelo lado francês, e os dois não se percorrem a pé com bagagem.
Dê-nos o número do voo e tratamos do resto. O seu motorista espera-o na sala de chegadas correta, com um cartaz com o seu nome. Se a viagem seguinte entrar em França — Chamonix, Morzine, Portes du Soleil —, isso é para nós uma reserva normal e não uma complicação. Os nossos veículos e motoristas estão documentados para trabalho transfronteiriço, o que nem todos os operadores suíços podem dizer.
As estâncias que mais fazemos
Genebra está mais perto de esqui de primeira categoria do que qualquer outro aeroporto da Europa, e é exatamente por isso que a estrada dos transfers enche num sábado de fevereiro:
- Zermatt — cerca de 3 horas pelo vale do Ródano até Täsch
- Verbier — cerca de 1 h 50, a subir as curvas a partir de Le Châble
- Chamonix — cerca de 1 h 15, já do lado francês
- Villars, Les Diablerets, Crans-Montana, Saas-Fee e as estâncias do Valais
- Montreux, Lausanne, Gstaad e a margem do lago Lemano
O sábado não é como os outros seis dias
Quase todos os chalés alpinos mudam de hóspedes ao sábado, portanto quase todos os transfers acontecem ao sábado. As estradas para o Valais e para as estâncias francesas levam num só dia o trânsito de uma época inteira, e uma viagem que demora 1 h 50 numa terça-feira pode levar três horas em semana de pico.
Incluímos isso no orçamento em vez de o descobrirmos juntos na estrada. É também a razão pela qual perguntamos o número de esquis e pranchas à partida: um veículo onde cabem seis pessoas não leva necessariamente o equipamento de seis pessoas, e fevereiro é uma má altura para descobrir isso num parque de estacionamento.
Perguntas
O que nos perguntam com frequência.
O motorista espera-me do lado suíço ou do lado francês?
Naquele em que o seu voo chega: verificamos o número do voo quando reserva. A confirmação indica o ponto de encontro e traz o número de telemóvel do seu motorista.
Podem levar-me de Genebra para França?
Sim. Chamonix, Morzine, Avoriaz, Les Gets e o resto dos Alpes franceses são rotina para nós, e os nossos veículos e motoristas estão documentados para trabalho transfronteiriço.
Os vossos veículos estão equipados para a neve?
Sim. Os pneus de inverno são montados de série para toda a época e levamos correntes nos percursos de montanha. Não é um extra opcional de que se tenha de lembrar.
Quanta bagagem e equipamento de esqui posso levar?
Diga-nos os números ao reservar: malas, sacos de esquis e sacos de pranchas em separado. O equipamento ocupa muito mais espaço do que se imagina, e preferimos mandar um veículo maior a deixar um saco para trás.
É mais barato partilhar um transfer?
O nosso preço é por veículo, portanto um grupo já partilha por definição. Quatro pessoas numa Classe V pagam um preço entre si, o que costuma ganhar a quatro lugares avulsos num shuttle partilhado, e vai direito à sua porta em vez de passar antes por outros seis chalés.
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